
BULLYING NA ESCOLA
O Bullying é um termo em inglês, originado da palavra ''bully'', que significa amedrontar ou intimidar. É usado para designar atitudes agressivas e intimidadoras, sejam elas físicas ou psicológicas adotadas na relação entre estudantes, com base na prevalência do poder de uma das partes.
É um tipo de violência em que geralmente há atribuição de apelidos, deboches, discriminação, isolamento, humilhação, ofensas, perseguição, agressão física, exclusão e outros atos igualmente intimidadores.
A escola e a família devem estar atentas para detectar a ocorrência de bullying e atuar na sua prevenção, sobretudo estimulando a solidariedade, a amizade e o respeito em relação ás diferenças.
As pessoas que mais presenciam o bullying são adolescentes e ficam calados por se tornarem, possivelmente, próximas vitimas. Na maioria dos casos, as pessoas que sofrem com o bullying se tornam pessoas com maus pensamentos e, na maioria das vezes, ficam com baixa auto-estima.
As pessoas que mais praticam o bullying são jovens com algum tipo de antipatia com a vitima ou apenas por motivos fúteis, como não possuir aparelhos celulares, computadores, etc.
Na escola onde eu estudo já aconteceram vários casos de bullying inclusive na minha sala acontece casos todos os dias.
Iagho, Matheus e Kamilla, todos com 15 anos.
Alunos da 8ª série da Esc. Est. Presidente Costa Silva – Boa Vista/RR

Bullying no mundo
O bullying é um termo inglês usado para descrever atos covardes de violência física ou psicológica, intencionais e repetidos, praticados por uma pessoa ou um grupo de pessoas com o objetivo de intimidar ou agredir outra pessoa incapaz de se defender. Também existem as vítimas/agressoras, ou autores/alvos, que em determinados momentos cometem agressões, porém também são vítimas de bullying pela turma.
O bullying ocorre num relacionamento onde há um desequilíbrio de poder entre as partes envolvidas.
O bullying não ocorre só nas escolas, existem casos também entre pessoas mais maduras, nas faculdades, nos locais de trabalho, os vizinhos e até mesmo outros países.
A inveja e o ressentimento podem ser motivos para a prática do bullying, ao contrário do que pensavam, os agressores não sofrem de qualquer déficit de autoestima.
Os bullies sempre existiram, mas eram conhecidos como rufias, esfola-caras, acossadores, cabriões, valentões, verdugos, o mais popular é o termo usado até hoje ‘’brigões’’.
As vítimas do bullying, seja ele o cyberbullying ou outro, têm que procurar pessoas próximas, para contar o que está acontecendo, e assim buscar junto destas, orientações.
Se essas vítimas não poderem contar o que está acontecendo a ninguém, elas podem sofrer o bullycídio, um suicídio causado pelo bullying, como aconteceu nos Estados Unidos, Jeremy Wade Delle se matou em 8 de janeiro de 1991, aos 15 anos de idade, numa escola na cidade de Dallas, Texas, EUA, dentro da sala de aula e em frente de 30 colegas e da professora de inglês, como forma de protesto pelos atos de perseguição que sofria constantemente.
A internet também é usada para a prática do bullying, o chamado: cyberbullying.
Existem sites que comentem o bullying e existem outros que atuam contra o bullying. Muitas vezes as vítimas do bullying demoram a procurar ajuda e ficam sem orientação, para essas pessoas existem sites que aconselham e ajudam muito as vítimas.
Existe até um programa chamado ‘’ não tenha medo’’ que ensinam as vítimas a agirem nessas situações, e ensinam também que devem sempre contar com pais, professores e amigos.
Em Portugal existe uma lei que atua contra o bullying. A partir de 16 anos quem comete o bullying é punido com uma prisão.
O bullying já não é um problema só dos grandes centros urbanos, ele se tornou presente em todos os lugares, e nos que o criamos devemos barrá-lo e impedi-lo de continuar a infernizar a vida dos nossos jovens.
Em Portugal, o bullying já não é só característico dos grandes centros urbanos. Por isso, Gazeta das Caldas quis saber em que medidas as escolas do Oeste atuam para combater este fenômeno social.
Embora não hajam grupos organizados nem uma violência extrema, o certo que a agressividade acontece em todos os estabelecimentos escolares. Na Josefa de Óbidos, são as turmas que oferecem alguns momentos de tensão. Mas para que estes possam ser interditos, o estabelecimento de ensino adotou há um ano o sistema de fazer a turma consoante à área geográfica dos alunos, com vista a uma melhor integração escolar. Fernando Silva, diretor da escola, dá conta que os complexos escolares vieram dar mais "oportunidade à escola para realizar esta manobra, pois as turmas já vêm constituídas em função desse equilíbrio".
Kissia (14 anos), Loyslenny (16 anos) e Mayra (15 anos)
Alunas da 8ª E